Caros leitores,

Estaremos lançando na próxima quarta-feira, dia 08, um novo site para a região Oeste. Devido à necessidade de realizarmos a mudança, atualizaremos o Blog Notícias de Chapecó até esta sexta-feira, 03 de maio.

Agradecemos pela compreensão.

domingo, 27 de maio de 2012

Programa “Mexa-se” completa um ano no Distrito de Marechal Bormann

Com o objetivo de oferecer atividades físicas para os moradores do Distrito de Marechal Bormann, o Centro de Saúde da Família idealizou o programa “Mexa-se”. Há um ano, nas quartas e sextas-feiras, cerca de 40 pessoas participam do projeto.
Marcio Besteni Koury, médico da unidade de saúde, explica que o objetivo do programa é combater o sedentarismo. "Realizamos um estudo e percebemos que havia muitos moradores com hipertensão e diabetes, por isso pensamos esse programa, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população e diminuir os problemas de saúde", destacou.
Antes do grupo, o médico comentou que as pessoas reclamavam que não tinham tempo para praticar atividades físicas e ainda que não havia um local adequado para isso. Outro ponto de destaque, segundo ele, é que antes, a maioria das consultas realizadas na unidade de saúde era para tratar doenças que poderiam ter sido evitadas com a prática de exercícios físicos.
"A equipe do Centro de Saúde então pensou em uma alternativa e os resultados já estão aparecendo, como por exemplo, a diminuição no uso de medicamentos", comentou.
Koury também explica que a prática esportiva tem poucas contra indicações e que o risco de ter uma complicação é menor do que os malefícios causados pelo sedentarismo.
"Todos os pacientes que participam do grupo passaram por avaliação física e um preparo antes de iniciar as atividades", finalizou.


Postado por Matheus,
Horário: 16:42,
Data: 27/05/12,
Fonte: Relatecc.

Em seu primeiro jogo internacional do ano, Unochapecó/Nilo Tozzo/Aurora aplica megagoleada

Começando bem as atividades internacionais de 2012. O futsal feminino da Unochapecó/Nilo Tozzo/Aurora aplicou uma megagoleada de 25 a 1 sobre o OV Futsal Feminino do Paraguai. A partida amistosa foi realizada na noite de sexta-feira, dia 25, no ginásio do Club Cerro Largo, na cidade guarani de Santa Rita.
Este foi o primeiro jogo na temporada das multicampeãs contra equipes estrangeiras. Mais importante que o elástico placar foi a integração com o adversário e o intercâmbio para que partidas assim se tornem mais constantes.
A próxima atividade da Female fora do país será em junho, também no Paraguai - nada menos que o primeiro Sul-Americano de Clubes Campeões da história, com a chancela da Conmebol. A disputa será em Assunção, de 25 a 30, envolvendo a Unochapecó/Nilo Tozzo/Aurora, Kurupi/Sport Colonial/Penalty (Paraguai), San Lorenzo (Argentina), Bella Vista (Uruguai) e Santiago Morning (Chile).

Tampa foi sete vezes às redes

O amistoso contou com um Club Cerro Largo lotado, além de presença de autoridades locais. A artilheira da noite foi Tampa, que mostrou sua vocação para os gols. Ela anotou sete tentos, liderando o placar elástico.
Brenda fez seis gols. Renata fez quatro. Jéssika também não deixou de marcar, anotando três. Valéria e Bruninha fizeram dois cada. E Mariana fez um na alta contagem. O gol de honra do OV foi contra, anotado por Bruninha. A partida contaria com o retorno de Amanda, mas a fixa/ala acabou não sendo utilizada.
Apesar dos 25 a 1, o técnico brasileiro André Klering não mostrou descontentamento. "Buscamos dar atenção à altura que essa maravilhosa turma merece. Verdade que levamos uma lavada, mas o mais importante foi o legado e o aprendizado que ficou" comentou.
Nesta semana, os treinos serão retomados visando o returno da primeira fase do Catarinense Sub 20 (nos próximos dias 1º e 2 de junho), o jogo fora de casa contra o Kindermann/Caçador (dia 9) e a fase final da Liga do Desporto Universitário em Goiânia (de 11 a 16).

Ficha técnica

Unochapecó/Nilo Tozzo/Aurora - 25

OV Futsal Feminino – 1

Gols: Tampa (7), Brenda (6), Renata (4), Jéssika (3), Valéria (2), Bruninha (2) e Mariana [Unochapecó]; Bruninha (contra) [OV]

Local: Ginásio do Club Cerro Largo (Santa Rita - Paraguai)



Postado por Matheus,
Horário: 16:13,
Data: 27/05/12,
Fonte: Assessoria de Imprensa / Female.

Catarinense Sub 17: Female vence em casa

O futsal feminino da Unochapecó/Nilo Tozzo/Aurora largou no Catarinense Sub 17 com três vitórias na primeira fase da competição. Jogando no Grupo A em casa, no Ginásio Plínio Arlindo de Nes, venceu todos os compromissos na sexta-feira e no sábado, 25 e 26 de maio, ficando na liderança isolada ao fim do turno, com nove pontos.
As 'ferinhas' chapecoenses saíram com resultados positivos contra o Kindermann/Caçador, Balneário Camboriú e Forquilhinha. Marcaram 27 gols e sofreram sete. O estadual desta categoria conta com 11 equipes, divididas em três grupos. Como passam à segunda fase as duas melhores de cada chave mais duas melhores por índice técnico, somente um desastre tiraria a vaga de Chapecó.
Agora, o Sub 17 aguarda o returno em Caçador, inicialmente agendado para 8 e 9 de junho. Antes disso, a Female disputará o returno da primeira fase do Catarinense Sub 20 em casa, nos dias 1º e 2 de junho, contra a Unesc/Araranguá, ADAE/Itajaí e AD Jaraguá.


Postado por Matheus,
Horário: 15:29,
Data: 27/05/12,
Fonte: Assessoria de Imprensa / Female.

ACIC: 65 anos em defesa de quem produz e desenvolve Chapecó

A infraestruturação do oeste catarinense, o fortalecimento das classes empresariais e o desenvolvimento harmônico da comunidade compõe o quadro de prioridades da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) no seu 65o aniversário de fundação, festejado neste mês de maio. Presidida por Maurício Zolet, a entidade atinge plena maturidade institucional e com prestígio e reconhecimento em todo o sul do Brasil.
Zolet nasceu em Chapecó em 16 de janeiro de 1966, tem 46 anos, é pai de dois filhos (Débora e Eduardo) e casado com Rosangela Huk Amarante. Graduou-se engenheiro agrônomo, pós-graduou-se pela Fundação Getúlio Vagas em Gestão Empresarial e Unochapecó em Desenvolvimento Gerencial. É diretor da Zolet Fotografias e sócio da Zolet Imóveis. Teve ampla atuação na ACIC, foi diretor administrativo nas gestões 2000/2001, 2008/2009 e vice-presidente na gestão 2010/2011. Integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico e o Conselho de Desenvolvimento Territorial de Chapecó.

Em que condições institucionais e organizacionais a ACIC chega ao 65o ano de fundação?

Maurício Zolet – A ACIC completa 65 anos como uma das mais respeitadas entidades empresariais de Santa Catarina, reconhecida por sua atuação independente e apartidária, orientada pelos interesses da comunidade e motivada pela defesa da liberdade econômica, pela igualdade de oportunidades e pela representação dinâmica dos empresários e demais classes produtoras de Chapecó. Dispomos de estrutura própria, uma diligente equipe de colaboradores, um quadro diretivo de alta representatividade, incluindo a Diretoria Executiva, o Conselho Deliberativo e o Conselho Consultivo, além de um quadro social com empresários e empreendedores de todas as áreas da atividade econômica que representam 85% do PIB chapecoense.

O que mudou na atuação da ACIC nessas seis décadas e meia?

Zolet – Na essência, os ideais e os compromissos são os mesmos. Quando o pioneiro Serafim Enoss Bertaso fundou e presidiu a ACIC nos idos de 1947, as questões que envolviam a economia local e regional eram de relativa complexidade e as ações se voltavam para a integração do “Velho Chapecó” ao território catarinense, eis que era uma região abandonada, distante da capital, cujos habitantes nutriam forte vinculação ao Rio Grande do Sul e quase nenhuma a Santa Catarina. Hoje essa situação mudou: o oeste está integrado ao território, à cultura, à comunicação social e à política catarinense. Agora, a atuação da ACIC se volta para a defesa técnica e política do empresariado e para a sustentação de importantes bandeiras de interesse regional, como a infraestruturação do oeste.

Ao contrário do que muitos pensam, a ação da ACIC tem forte conteúdo social, comunitário e político, porém não partidário!

Zolet – Exatamente, cumprimos um papel político – que não é e jamais será partidário – mas que convoca o cidadão que há por trás de cada empresário para exercer seus direitos, participar e dar sua cota de contribuição, exigir maior diligência dos órgãos públicos, maior eficiência do administrador público e justiça fiscal do Estado. Atuando nesta direção, contribuímos para erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades regionais.

Quais são as metas de alta prioridade da ACIC para este biênio?

Zolet – Do setor privado queremos a conscientização e a participação cada vez maior dos empresários nas ações e mobilizações que promovemos. Do setor público queremos mais investimentos no grande oeste de SC. Sustentaremos importantes bandeiras, entre elas, a recuperação da rodovia BR-282 com a duplicação ou construção da terceira pista, duplicação do acesso rodoviário norte, construção das ferrovias leste-oeste e norte-sul, modernização do aeroporto Serafim Bertaso que se encontra em fase de obras e criação de um novo parque de exposições multiuso.

O parque multiuso é um projeto arrojado e totalmente novo na esfera de atuação da entidade?

Zolet – Em face das demandas das feiras técnicas e das feiras de massa surgiu, ainda na gestão do presidente João Carlos Stakonski, a necessidade de um novo parque de exposições. Com a assessoria da arquiteta Márcia Damo elaboramos estudos e projeto para um moderno e infraestruturado parque multieventos, contemplando pista de automobilismo, kart, arrancada, rodeios, motociclismo e arena multiuso, entre outros equipamentos.

O Projeto Chapecó MultiParque resulta do fato da ACIC ser protagonista de grandes eventos e da importância econômica das feiras para a região?

Zolet – A ACIC promove ou apoia importantes eventos e grandes feiras e exposições, como a Expen, Ercoex, Mercoagro, Mercoláctea, Efapi etc. As feiras dinamizam a econômica, geram empregos, oportunizam negócios e fortalecem a posição de Chapecó e do oeste na contextura nacional e internacional. O aumento da complexidade desses eventos requer um novo e estruturado espaço, o que pretendemos conquistar mediante parceria público-privada nos próximos anos.

A segurança pública em Chapecó tem sido uma questão de permanente atenção da ACIC. Ela continua na pauta de reivindicações?

Zolet – Tivemos melhorias parciais que se constituem em avanços, mas não solucionam a problemática. Obtivemos progresso de relativa importância, com aumento do efetivo e de equipamento. A ACIC intensificará a defesa pela ampliação de investimentos porque nós queremos o fortalecimento do aparelho de segurança pública de Chapecó com recursos materiais e humanos para neutralizar o crescimento da criminalidade e da violência no município. Na área da Polícia Militar, reivindicamos a formação de novas turmas de policiais militares para preencher as vagas existentes na corporação local, entre outros itens. Na esfera da Polícia Civil, os pedidos são, basicamente, de reforço no efetivo na forma de delegados, investigadores e escrivães.

Por que a campanha por ferrovias se tornou uma questão de vida ou morte para o grande oeste catarinense?

Zolet – Porque se trata, realmente, de uma questão de vida ou morte: a permanência das agroindústrias no oeste catarinense dependerá da construção da ferrovia intraterritorial leste-oeste (ligando a região produtora aos portos catarinenses) e ferrovia interestadual norte-sul (ligando Chapecó ao Mato Grosso do Sul). A região importa mais de dois milhões de toneladas desse grão por ano e necessita de uma ferrovia para unir os dois polos (oeste de SC e Brasil central) – levando o alimento industrializado para as grandes cidades e trazendo, principalmente, milho e soja. A ausência de ferrovia está retirando a competitividade regional e fazendo empresas catarinenses migrarem para o centro do país. O custo de transporte, caso mantenha-se a atual matriz, deverá inviabilizar grandes empreendimentos do agronegócio catarinense. O transporte rodoviário para longas distâncias e grandes volumes não se sustenta no longo prazo pelo seu componente de custos.
Também é de vital importância para a cadeia produtiva da avicultura a ferrovia leste-oeste, também chamada de “Ferrovia do Frango”, ligando a região produtora com os portos catarinenses. Todo transporte está baseado em rodovias, as quais são gargalos em SC pelo subdimensionamento, congestionamento, morosidade, etc., que propiciam consumo excessivo de combustíveis, muitos acidentes, custos altos e um impacto ambiental desnecessário.


Postado por Matheus,
Horário: 15:21,
Data: 27/05/12,
Fonte: MB Comunicação.

Vítima de disparo de arma de fogo

Atendido pelos bombeiros por volta de 00h44 na linha Simonetto, João Gabriel Neves, 22 anos, vítima de disparo de arma de fogo. Apresentava ferimento perfurante no ombro esquerdo. Foram realizados os procedimentos de primeiros socorros e conduzido ao PS do HRO.


Postado por Matheus,
Horário: 14:39,
Data: 27/05/12,
Fonte: COBOM.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Corpo de Bombeiros participa de Assembleia no Sinduscon

Para transmitir um breve panorama histórico sobre as estratégias de prevenção de incêndio exercidas pelo Corpo de Bombeiros Militar catarinense e esclarecer os procedimentos adotados atualmente, o chefe do setor de atividades técnicas do batalhão de Chapecó, tenente Ilton Schpil, ministrou a palestra “Atividades técnicas no âmbito do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina”. A apresentação foi conduzida durante Assembleia Geral Ordinária do Sindicato da Indústria da Construção e de Artefatos de Concreto Armado do Oeste (Sinduscon), nesta semana, no auditório do Hotel Bertaso em Chapecó. Coordenado pelo presidente Lenoir Broch, o evento reuniu diretores da entidade sindical e empresários do setor.
Em Santa Catarina, as atividades de prevenção contra incêndios iniciaram em 1926, por meio das orientações repassadas pelo Corpo de Bombeiros à população. As atitudes preventivas foram evoluindo com o decorrer dos anos, de forma prática e operacional, durante os incêndios que aconteciam com maior ou menor intensidade. As ações começaram a mudar definitivamente no início da década de 70 quando os incêndios catastróficos que ocorreram na cidade de São Paulo nos edifícios Andraus (1972) e Joelma (1974) levaram quase duzentas pessoas à morte e feriram mais de 600.
"Tais fatos abalaram significativamente a opinião pública e estimularam o debate sobre segurança contra incêndios em edifícios", relatou Schpil.
Segundo o tenente, o trabalho exercido pelos Corpos de Bombeiros Militares compreende uma série de medidas. Dentre elas, a análise de projetos preventivos em edificações e em áreas de risco, bem como as fiscalizações através das vistorias, durante e após a execução das obras.
"Além disso, podemos destacar a edição e atualização das normas técnicas e o treinamento e conscientização da população", afirmou Schpil.
As atividades de segurança são exercidas baseadas em dispositivos legais que possuem estreita e direta relação com a fiscalização feita pelas administrações municipais e por outros órgãos no que se refere à autorização para funcionamento. A legislação norteadora da fiscalização condiciona à expedição de licenças, alvarás e atestados.
Com relação ao amparo constitucional da atividade técnica, Schpil, relatou que a constituição Estadual de 1989 (artigo 108) alterada pela emenda constitucional número 33 de 13 de junho de 2003, estabelece o seguinte: cabe ao Corpo de Bombeiros analisar previamente os projetos de segurança contra incêndio em edificações, contra sinistro em áreas de risco e armazenagem, manipulação e transporte de produtos perigosos, acompanhar e fiscalizar a execução e impor sanções administrativas estabelecidas em lei. Também é de sua competência a realização de perícias de incêndio em áreas sinistradas e colaborar com o órgão de defesa civil.
As Normas de Segurança Contra Incêndio (NSCI) têm por finalidade fixar os requisitos mínimos nas edificações através de especificações para segurança contra incêndios no Estado, levando em consideração a proteção das pessoas e seus bens.

Fases

O ciclo operacional da atividade de bombeiro militar envolve quatro fases: normativa e preventiva, passiva ou estrutural, ativa ou de combate e investigativa ou pericial. A primeira visa evitar que os sinistros ocorram através da análise de riscos e estudos, da revisão e elaboração de normas de segurança contra incêndios. A fase passiva ou estrutural tem por objetivo restringir ou minimizar com prontidão as consequências ou danos de um sinistro que não pode ser evitado, instalar, inspecionar, fazer manutenção e operar sistemas ou dispositivos de segurança contra incêndios.
"O objeto desta fase é constituído por projetos, sistemas preventivos e dispositivos de segurança executados nas instalações prediais de qualquer tipo de ocupação", explicou o tenente.
Na terceira fase – ativa ou de combate – os sistemas e dispositivos instalados passam a ser utilizados pelos usuários e bombeiros tanto em treinamentos como em situações reais de sinistros. Na ocorrência de eventual sinistro, são prestados serviços para debelar incêndios, prestar atendimento pré-hospitalar, resgatar ou salvar vidas. A fase investigativa ou pericial envolve o feedback das demais, elucidando a situação em todos os seus aspectos (causas, subcausas, desenvolvimento, danos causados e bens salvos).
O tenente também esclareceu alguns aspectos do Cano Multicamadas que em Santa Catarina não está normatizado, e discutiu com os empresários alternativas para que as análises feitas pelo Corpo de Bombeiros sejam entregues sem atrasos.


Postado por Matheus,
Horário: 01:49,
Data: 26/05/12,
Fonte: MB Comunicação.

Hospital da Criança completa um ano em Chapecó

No mês de maio, o Hospital da Criança (HC), o qual é administrado pela Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira, mesma entidade filantrópica que administra o Hospital Regional do Oeste (HRO), completa um ano de atividades. Neste primeiro ano, foram realizados mais de 47 mil atendimentos no Pronto Socorro, 1.067 internações e 742 cirurgias. Em percentuais isso representa que dos mais de 47 mil atendimentos no PS do HC, apenas 2,27% foram casos que necessitaram de internação.
Com base no banco de dados do HC, nestes primeiros 12 meses de ininterrupto funcionamento daquele nosocômio, em média já foram atendidos 3.917 pacientes por mês, perfazendo 130 atendimentos por dia, o que representa uma média de 5,44 pacientes por hora. Quando a ala pediátrica funcionava junto ao HRO, a média de atendimento na especialidade pediátrica era de apenas 50 por dia. Mesmo com a demanda que aumentou em 100%, os casos de urgência e emergência representam apenas cerca de 1,3%. Por outro lado, nestes 12 meses, onde mais de 47 mil atendimentos foram prestados, o índice de óbitos em 2011 fora de apenas 0,01%. Já em 2012, a taxa de mortalidade registrada no Hospital da Criança, é 0% (zero), o que representa alto índice de resolutividade no atendimento aos pequeninos.
Hoje atendem no espaço 112 funcionários, os quais desempenham atividades nos serviços de enfermagem e administrativo, juntamente com 19 médicos pediatras. Os 19 pediatras estão assim distribuídos em suas funções: oito atuam na escala de plantão 24 horas no pronto socorro; oito clínicos em sobreaviso; e, três são cirurgiões que atuam na demanda de procedimentos no Centro Cirúrgico.
O HC mantém em plantão médico com toda equipe de apoio, em diversas especialidades. Devido ao fato de agora existir uma ala especial para as crianças, com um atendimento direcionado para esse público, houve reflexo positivo na redução de internações.
Quando a Pediatria estava instalada no Hospital Regional do Oeste (HRO), eram registradas cerca de 30 internações/mês, sendo que agora no Hospital da Criança (HC) são 12 por mês. Isso é reflexo de um conjunto de ações desde a humanização até a alta dos pequenos pacientes, reflexo extremamente positivo em termos de resolutividade. No HC os atendimentos são especificamente para atender casos de Urgência e Emergência a crianças de zero a 13 anos, 11 meses e 29 dias.
De acordo com Rajá Elias, Diretor Médico do Hospital da Criança, esses números mostram o avanço na saúde e no atendimento as crianças.
"Estamos preocupados com o atendimento de qualidade e não com a quantidade de atendimentos. Queremos atender bem e a todos", destacou.


Postado por Matheus,
Horário: 01:19,
Data: 26/05/12,
Fonte: Relatec Comunicação.